segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Você já convenceu algum ateu?


Pergunta via FormSpring:

Você já conseguiu convencer algum ateu de que Deus existe?

Autor: Anônimo

Resposta:

Não sei, mas já consegui que muitos que se diziam ateus admitissem que na verdade não eram ateus coisa nenhuma, só não aceitavam o deus cristão.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Encaremos os Fatos: Dawkins é um Frouxo


Autor: Rabino Moshe Averick
Fonte: algemeiner.com

Tradução: MikeMooreAC

Encaremos os Fatos: Dawkins é um Frouxo

Richard Dawkins, o mais alto clérigo na classificação na hierarquia do Ateísmo da Nova Era, recentemente, informou-nos da razão "real" porque ele se recusa a aceitar o convite da Universidade de Oxford para o debate com o renomado teólogo cristão, Dr. William Lane Craig. Dawkins hipocritamente declarou que desde que Craig é um "apologista do genocídio", ele está "orgulhoso de deixar a cadeira vazia em Oxford." O "genocídio" em questão é a guerra dos israelitas contra os cananeus moralmente devassos que ocorreu 33 séculos no passado (Para aqueles que acham a matemática difícil, isto é 3.300 anos atrás.). Concordar ou não com a análise das passagens feita pelo Dr. Craig é realmente irrelevante. Nem mesmo um hater da religião como Christopher Hitchens (que debateu com Craig) jamais sonhou de acusar Craig de defender o genocídio e a violência gratuita contra os não-crentes.

O que faz todo esse episódio melodramático ainda mais curioso são as posturas morais bastante questionáveis do próprio Richard Dawkins. Considere o seguinte: Em um artigo na Scientific American (Novembro, 1995) Dawkins nos informou numa linguagem crua e direta sua visão existencial da realidade, "O universo que observamos tem precisamente as propriedades que deveríamos esperar se não há, no fundo, nenhum projeto, nenhum propósito, nenhum mal, nenhum bem, somente a indiferença impiedosa." Isto, obviamente, é uma expressão honesta e sincera da cosmovisão ateísta. Em um universo puramente materialista, não há espaço para realidades metafísicas como o bem e o mal. Como filósofo ateu Joel Marks apontou, "Os fundamentalistas religiosos estão corretos, sem Deus não há moralidade ... o ateísmo implica amoralidade, e desde que eu sou ateu, eu devo, pois, subscrever a amoralidade." Isto ecoa a observação perturbadora de outro ateu famoso , Sigmund Freud: "No momento em que as perguntas de um homem se voltem para o sentido e o valor da vida, ele está doente, já que objetivamente ambos não tem qualquer existência."

Em um artigo escrito para Edge em 2006, Dawkins explicou que em um universo materialista e determinista, "culpa e responsabilidade" [grifo meu], "na verdade o bem eo mal" nada mais são do que construções mentais e "ficções úteis", que são " embutido em nossos cérebros por ... Evolução Darwiniana "O Filósofo ateu Michael Ruse concorda inteiramente: ".. A moralidade é uma ilusão postas em prática por seus genes para torná-lo um cooperador social." Se o bem e o mal não forem realidades metafísicas, se o ateísmo implica amoralidade, se a moralidade é uma ficção útil e uma ilusão, se na realidade objetiva a vida não tem sentido nem valor; por que exatamente Dawkins está tão moralmente indignado sobre uma guerra que teve lugar 3.300 anos atrás, e com um teólogo cristão moderno que tenta entender o sentido daquela guerra de maneira bastante imparcial e bastante reflexiva? Dawkins também ignora convenientemente que os maiores assassinos na história da humanidade foram todos ateus; Josef Stalin: 20-30.000.000 Mao Tse Tung: 50-70.000.000 Pol Pot: cerca de 2.000.000. É importante notar que estes homens cometeram suas atrocidades, não foi há 3.300 anos atrás, mas em meados do século 20! Não estou sugerindo, nem mesmo remotamente, que Dawkins seja capaz de assassinato em massa, mas alguém poderia pensar que este simples fato histórico pode temperar a sua indignação um pouco.

Tudo isso nos leva à conclusão de que a acusação que Dawkins tem lançado contra Craig não é o motivo de sua recusa em se engajar no debate, é uma desculpa. A verdadeira razão pela qual Dawkins não debate Craig é a mesma razão pela qual ele se recusa a debater com Dr. Stephen Meyer, do Instituto Discovery, sobre a Origem da Vida. Ele está com medo. Ele tem medo de debater com adversários do calibre de William Lane Craig e Stephen Meyer. O autor ateu Sam Harris observou que Craig é "o apologista cristão que parece ter colocado o temor de Deus em meus companheiros ateus." Mesmo um blogger não-crente como  o The Guardian, Daniel Came ("Como um cético, eu tendo a concordar ... sobre a falsidade do teísmo. "), escreve que," Por isso, é bastante óbvio que Dawkins está usando estas afirmações de maneira oportunista, como uma cortina de fumaça para esconder os verdadeiros motivos para sua recusa em debater com Craig." Vamos lá, Professor Dawkins, você não está enganando ninguém, é hora de sair do galinheiro e lutar como um homem.

Rabino Moshe Averick é um rabino ortodoxo e autor do Nonsense of a High Order: The Confused and Illusory World of the Atheist. O livro está disponível na Amazon.com e Kindle. Averick rabino pode ser contactado pelo seu website.

Meus Comentários (MikeMooreAC)

Dawkins parece estar em uma sinuca de bico criada por ele mesmo. Me parece claro que ele já percebeu que não pode mais sustentar seu argumento "Boing 171" contra a existência de Deus depois que o Dr Craig fez uma refutação simplesmente arrasadora.

Sendo soberbo demais para admitir que errou não em algo perifério em Deus um Delirio, sua "obra prima", mas bem no coração dela, ele parte agora para todo tipo de ataque e truque fajuto contra Craig para justificar o injustificável.

Que ele vá voltar atrás me parece muito improvável. O mais certo é que ele e suas tietes irão cada vez mais se fechar em sua seita revolucionária neoateísta, totalmente alheios as críticas que vem de todos os lados do mundo real: ateus, cristãos, judeus etc.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Neoateísmo e Verdade Não Se Misturam


Quanto mais debato com neoateus mais percebo que quase tudo que sai da boca deles é tão a priori improvável quanto empiricamente falso.

Checar se uma afirmação deles é fato é quase sempre perda de tempo. O melhor a fazer é não dar crédito algum e exigir que ELES apresentem as provas.  Nada mais justo uma vez que o ônus de provar é de quem faz uma alegação. Você pode exercer a caridade de verificar você mesmo uma afirmação se o debatedor NÃO for um neoateu, mas não perca seu tempo com neoateus.

Mas esteja alertado que nesta fase ou eles irão enrolar ou partirão para ataques pessoais, frases de efeito e toda sorte de truques neoateus. Entenda que você não está lidando com uma pessoa normal. Raramente eles tentarão apresentar alguma prova do que dizem, porque ela simplesmente não existirá.


Humor: Benny Hinn, A Força é Forte Nele



Dom espiritual coisa nenhuma, é um belo sabre de luz mesmo! hahahaha

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Como Debater com Esquerdistas - Por Olavo de Carvalho



Fonte: Diário do Comércio (editorial) , 20 de junho de 2007
Autor: Olavo de Carvalho

Os liberais e conservadores deste país nunca hão de tirar o pé da lama enquanto continuarem acreditando que nada mais os separa dos esquerdistas senão uma divergência de idéias, apta a ser objeto de polidas discussões entre pessoas igualmente honestas, igualmente respeitáveis. A diferença específica do movimento revolucionário mundial é que ele infunde em seus adeptos, servidores e mesmo simpatizantes uma substância moral e psicológica radicalmente diversa daquela que circula nos corações e mentes da humanidade normal.

O revolucionário sente-se membro de uma supra-humanidade ungida, portadora de direitos especiais negados ao homem comum e até mesmo inacessíveis à sua imaginação. Quando você discute com um esquerdista, ele se apóia amplamente nesses direitos, que você ignora por completo. A regra comum do debate, que você segue à risca esperando que ele faça o mesmo, é para ele apenas uma cláusula parcial num código mais vasto e complexo, que confere a ele meios de ação incomparavelmente mais flexíveis que os do adversário. Para você, uma prova de incoerência é um golpe mortal desferido a um argumento. Para ele, a incoerência pode ser um instrumento precioso para induzir o adversário à perplexidade e subjugá-lo psicologicamente. Para você, a contradição entre atos e palavras é uma prova de desonestidade. Para ele, é uma questão de método. A própria visão do confronto polêmico como uma disputa de idéias é algo que só vale para você. Para o revolucionário, as idéias são partes integrantes do processo dialético da luta pelo poder; elas nada valem por si; podem ser trocadas como meias ou cuécas. Todo revolucionário está disposto a defender “x” ou o contrário de “x” conforme as conveniências táticas do momento. Se você o vence na disputa de “idéias”, ele tratará de integrar a idéia vencedora num jogo estratégico que a faça funcionar, na prática, em sentido contrário ao do seu enunciado verbal. Você ganha, mas não leva. A disputa com o revolucionário é sempre regida por dois códigos simultâneos, dos quais você só conhece um. Quando você menos espera, ele apela ao código secreto e lhe dá uma rasteira.

Você pode se escandalizar de que um desertor das tropas nacionais seja promovido a general post mortem enquanto no regime que ele desejava implantar no país o fuzilamento sumário é o destino não só dos desertores, mas de meros civis que tentem abandonar o território. Você acha que denunciando essa monstruosa contradição acertou um golpe mortal nas convicções do revolucionário. Mas, por dentro, ele sabe que a contradição, quanto menos explicada e mais escandalosa, mais serve para habituar o público à crença implícita de que os revolucionários não podem ser julgados pela moral comum. A derrota no campo dos argumentos lógicos é uma vitória psicológica incomparavelmente mais valiosa. Serve para colocar a causa revolucionária acima do alcance da lógica.

Você não pode derrotar o revolucionário mediante simples “argumentos”. A eles é preciso acrescentar o desmascaramento psicológico integral de uma tática que não visa a vencer debates, mas a usar como um instrumento de poder até mesmo a própria inferioridade de argumentos. Em cada situação de debate é preciso transcender a esfera do confronto lógico e pôr à mostra o esquema de ação em que o revolucionário insere a troca de argumentos e qual o proveito psicológico e político que pretende tirar dela para muito além do seu resultado aparente.

Mas isso quer dizer que o único debate eficiente com esquerdistas é aquele que não consente em ficar preso nas regras formais num confronto de argumentos, mas se aprofunda num desmascaramento psicológico completo e impiedoso.
Provar que um esquerdista está errado não significa nada. Você tem é de mostrar como ele é mau, perverso, falso, deliberado e maquiavélico por trás de suas aparências de debatedor sincero, polido e civilizado.

Faça isso e você fará essa gente chorar de desespero, porque no fundo ela se conhece e sabe que não presta. Não lhe dê o consolo de uma camuflagem civilizada tecida com a pele do adversário ingênuo.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

E Se o Cristão Estiver Errado?

Pergunta via FormSpring:

E se os judeus ou islamicos estiverem certos? Você vai queimar no inferno por idolatria.

Autor: Anônimo

Resposta:

Não apenas eu mas você também, certo?

Mas caso você seja Judeu ou Muçulmano digo, com todo respeito pela sua fé, que a probabilidade de você estar certo é muito pequena, a meu ver.

Quando ao Judaísmo
Se Jesus não é o Messias os Judeus também estarão errados pois não haverá Messias judaico algum:

1- O profeta Daniel diz claramente que ele deveria aparecer antes da destruição do segundo Templo de Jerusalém (que ocorreu no ano 70 d.C.)
2- O Messias seria rejeitado por seu próprio povo (Judeus) mas aceito pelas nações do mundo.
3- Teria um ministério sacerdotal envolvendo um sacrifício que levaria as pessoas de volta a Deus em reconciliação.
4- Através dele o conhecimento de Deus chegaria ao gentios por todo o mundo.

Enfim se Jesus não é o Messias não há Messias judaico algum pois há somente ele como candidato a ter cumprido estas e outras profecias.

Quanto ao Islã
O Alcorão faz várias afirmações que são centrais a fé islâmica mas que são historicamente muito problemáticas. Por exemplo:

1- Afirma q Jesus não morreu crucificado (negando o que todo historiador moderno afirma),
2- Diz que Jesus não afirmou ser filho de Deus (negando também o que todo historiador moderno e sério reconhece),
3- Diz que cristãos antigos afirmavam que a Trindade era Deus, Jesus e Maria. (esta parte é para lá de curiosa!);

Muitos outros exemplos existem. A mim parece que o Islâ tem problemas seríssimos para se sustentar como uma visão de mundo viável.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Como Expor um Idiota Útil



Descrição retirada do Blog do Reinaldo Azevedo:

Imperdível a entrevista que a apresentadora e jornalista de origem cubana Marlen Gonzalez fez com o ator Benicio del Toro no programa Primer Plano, do canal “41 Noticias”, de Miami. Benicio encarna, como se sabe, Che Guevara no filme Che, de Steven Soderbergh. A fita canta as glórias do Porco Fedorento. Marlen soma os dons do pensamento aos evidentes dotes da ventura. O homem começa “toro” e termina novilho. “Ah, mas ele é só um ator”. Errado! Esse rapaz andou cantando as glórias de Guevara mundo afora, com aquela frivolidade bem típica de certo tipo “engajado”.

Marlen dá início à entrevista indagando por que escolher Miami para lançar o filme, justamente uma cidade onde vivem tantos cubanos, vítimas do regime. “É uma provocação?” Toro balbucia uma negativa, um tanto apatetado. Marlen pergunta se uma fita exibindo o lado bom de Hitler não ofenderia 15 milhões de judeus e a memória de 6 milhões de vítimas. Assustado, ele diz que não crê que Guevara tenha feito campo de concentração. Pois é. Falta de informação, Toro. Vá estudar! O Porco criou o primeiro campo de trabalhos forçados da América Latina. Ela não deixa a peteca cair: “Estamos falando de assassinatos. Não é igualmente assassino quem mata um, cem, cem mil…” Toro, tadinho, tenta ainda uma saída: comparou Che a um general num campo de guerra…

Marlen lembra as opiniões favoráveis que Toro deu sobre Che e indaga se ela sabia que, à frente da prisão de La Cabaña, o dito revolucionário mandou fuzilar mais de 400 prisioneiros. E o que diz o valente? “Sabia. Muitos dos que foram fuzilados eram terroristas…” Não, atalha Marlen: “Noventa por cento eram presos de consciência. [morreram] Simplesmente por discordar do sistema nascente, por pensar diferente”. E ele: “Ah, não sabia disso”… E assim vai.

No arremate, Marlen lembra uma frase de Che: “A ação mais positiva e forte, independentemente de qualquer ideologia, é um tiro bem dado, no momento certo, em quem merece”. E presenteia o pobre Toro — àquela altura, só um bezerro gritando ‘mamãe’ — com o livro Guevara: Misionero de la Violencia, do historiador cubano e ex-preso político Pedro Corzo.

Por Reinaldo Azevedo

Meus Comentários:
Para quem não sabe o termo "idiota útil" - no título do post - foi cunhado por Lênin para designar aqueles que militam defendendo as ideias revolucionárias comunistas mas sem saber realmente no que estão se metendo. A inocente pessoa declara louvores ao "herói" e "santo", ao homem de "grandes ideais" e "salvador da humanidade". Mas mal sabe ela que seu herói não passa um assassino frio, uma mente doente capaz de fazer literalmente qualquer coisas em nome de uma promessa de futuro utópico.

A diferença de um idiota útil comunista para um neo ateu é praticamente nula. Ambos endeusam, como salvadoras da humanidade, pessoas moralmente falidas, muitas vezes incultas, mas sempre intelectualmente desonestas. Não há qualquer motivo para duvidar que se um grupo de neo ateus tomasse o poder político de uma nação eles promoveriam o mesmo banho de sangue promovido por estes animais comunistas.